A típica demanda de final de ano manteve os preços do suíno vivo e da sua carne em alta no mês de dezembro. Os reajustes que se sucederam de meados de novembro ao final de dezembro, no entanto, não foram suficientes para que os preços nominais sequer alcancem as médias de dezembro de 2010.
Em Santa Catarina, por exemplo, a média do Indicador do Suíno Vivo CEPEA/ESALQ (preço ao produtor) foi 9,3% inferior à de dezembro de 2010 – sem ser considerada a inflação do período, que agravaria a perda. Para os produtores do Rio Grande do Sul e do Paraná, os valores médios em dezembro de 2011 foram 7,4% e 5% inferiores aos de igual período do ano anterior. No Sudeste, São Paulo foi o estado que registrou o maior recuo, com o Indicador 7,9% menor no encerramento de 2011; em Minas Gerais, o preço do suíno ao produtor estava 4% mais barato.
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