Nacionais
Boletim do Suíno - 16
12.01
A típica demanda de final de ano manteve os preços do suíno vivo e da sua carne em alta no mês de dezembro. Os reajustes que se sucederam de meados de novembro ao final de dezembro, no entanto, não foram suficientes para que os preços nominais sequer alcancem as médias de dezembro de 2010.Em Santa Catarina, por exemplo, a média do Indicador do Suíno Vivo CEPEA/ESALQ (preço ao produtor) foi 9,3% inferior à de dezembro de 2010 – sem ser considerada a inflação do período, que ...
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12.12
O final do ano ia se aproximando, mas o movimento mais forte de alta dos preços da carne suína custou a acontecer. Foi apenas na segunda quinzena de novembro que o preço da carcaça comum apresentou aumentos mais expressivos, com suporte na demanda para a formação dos estoques para o final de ano. Vale observar que, enquanto a carne suína se valorizava, a bovina teve forte queda e a de frango seguiu praticamente estável. No mês, as exportações de carne suína diminuíram, o ...
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12.12
O mercado de suíno vivo teve comportamento distinto em outubro entre as regiões pesquisadas pelo Cepea, mas, de modo geral, o patamar de preços estabelecido no mês de setembro foi sustentado. Noutros anos, era típico haver reajustes do animal no acumulado de outubro em praticamente todas as regiões, tendo em vista o início das compras de frigoríficos para o abastecimento da demanda mais aquecida de final de ano.Neste ano, no entanto, as quatro praças acompanhadas em Minas ...
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19.10
Os preços do suíno vivo e da carne subiram com força em setembro, influenciados pelo bom volume de carne exportada em agosto, conforme dados da Secex. A notícia reforçou os argumentos dos suinocultores ao pedir preços mais altos por seus animais. A indústria, por sua vez, com a necessidade de repor estoques, concedeu o aumento. Para ler o relatório completo clique aqui
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19.09
Os preços do suíno vivo e da carne voltaram a recuar em agosto após expressiva recuperação no mês anterior. A queda nas cotações esteve atrelada à forte pressão de compradores, que alegavam ter carne em estoque. Com isso, os valores de venda da carne no atacado acabaram recuando, ao mesmo tempo em que frigoríficos reduziram a procura por animais para abate. No que diz respeito à demanda, os mercados doméstico e externo se mantiveram firmes. A evolução dos preços da carne suína e ...
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19.08
O mercado suinícola apresentou forte recuperação nos preços no mês de julho. As cotações do vivo e da carne subiram com força no atacado da Grande São Paulo. O impulso veio da oferta de animais para abate, que se restringiu após a grande quantidade vendida no período de significativa queda nos preços. Para ler o relatório completo clique aqui
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19.07
Na primeira quinzena de junho, a desvalorização tanto do animal vivo quanto da carne se aprofundou na maioria das regiões pesquisadas pelo Cepea segunda metade do mês, os preços começaram a reagir em algumas praças. Mesmo assim, as médias do mês (vivo e carne) ficaram abaixo das verificadas em maio. O motivo para as quedas foi mesmo o excesso de oferta e, num primeiro momento, a suspeita era que uma possível frustração das exportações para Rússia e Ucrânia, que proibiram os ...
continue lendoBoletim do suíno – 9
19.06
Após um período de recuperação em março, a suinocultura brasileira voltou a registrar quedas acentuadas nos preços da carne e do animal vivo (Tabelas 2 e 3). A maior retração do suíno vivo foi no oeste catarinense, a R$ 1,90/kg em 31/mai. Apenas na Serra Gaúcha, os preços se sustentaram a R$ 2,42/kg. As baixas da carne de boi e de frango acirraram a disputa da carne suína pela demanda do consumidor brasileiro. Além disso, os níveis do câmbio têm desestimulado os embarques e ...
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19.05
Em abril, os preços do suíno e da carne caíram na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Nem mesmo o aumento das exportações em abril ou a notícia da abertura, pela primeira vez, do mercado suinícola da China para a carne brasileira, divulgada na segunda-feira, 11, impediu as quedas. O mercado enfraqueceu de forma mais intensa a partir de meados do mês. Segundo colaboradores do Cepea, o recuo de compradores da carne (atacadistas), que relataram lentidão das vendas, acabou ...
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19.04
A perspectiva de suinocultores a respeito de alguma recuperação dos preços em março, após quedas acentuadas no primeiro bimestre, se confirmou. A diminuição da oferta de suínos favoreceu reação dos preços tanto do vivo quanto da carne. No atacado, no entanto, compradores estiveram retraídos, analisando com cautela o ritmo de vendas domésticas. Para ler o relatório completo clique aqui
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